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Utilização

O Kindle faz mal à vista?

Última revisão:

Não, e em muitos casos é melhor para os olhos do que ler num telemóvel ou tablet. O ecrã do Kindle usa tecnologia E Ink, que funciona de forma fundamentalmente diferente dos ecrãs LCD ou OLED.

Porque é menos cansativo:

  • Não emite luz própria nas zonas escuras. A página é desenhada com partículas físicas que refletem a luz ambiente, tal como o papel. Os teus olhos não estão a olhar para uma fonte de luz como acontece com o telemóvel.
  • Sem cintilação (PWM). Muitos ecrãs LCD piscam centenas de vezes por segundo para regular o brilho. Os Kindle usam atenuação contínua, sem cintilação.
  • Luz frontal, não luz traseira. Quando o Kindle está iluminado (modelos com luz frontal), a luz vem de LEDs nas margens e é projetada para cima do ecrã, em vez de te bater diretamente nos olhos a partir do fundo do painel.

Para reduzir ainda mais a fadiga visual:

  • Escolhe um modelo com luz quente ajustável para a leitura noturna. Está disponível no Kindle Paperwhite Signature Edition e no Colorsoft. Reduz a componente azul, que é a mais associada à dificuldade em adormecer.
  • Aumenta o tamanho da letra. O Kindle deixa-te ajustar livremente, e ler com letra maior reduz o esforço de focagem.
  • Faz pausas regulares. A regra dos 20-20-20 funciona aqui também: a cada 20 minutos, olha 20 segundos para algo a 20 pés (cerca de 6 metros) de distância.
  • Mantém uma distância de leitura de 30 a 40 cm.

Crianças e adolescentes: o Kindle é uma das melhores formas de incentivar leitura sem expor mais tempo de ecrã LCD. O Kindle básico cobre todas as necessidades para crianças que estão a começar a ler de forma independente.

Quem já tem problemas oculares (cataratas, retinopatia, miopia avançada) deve consultar o oftalmologista, mas a esmagadora maioria dos profissionais considera os e-readers preferíveis a tablets para leituras longas.

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