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Marcações e notas no Kindle: como ver, exportar e organizar (2026)

Guia em PT-PT para criar, ver, exportar e organizar marcações (highlights) e notas no Kindle. Vista web Notebook, ficheiro My Clippings.txt, Readwise, Notion, Obsidian e limites a conhecer.

KP Por Kindle Portugal · · 13 min de leitura

As marcações (em inglês highlights) e as notas são, talvez, a funcionalidade do Kindle mais subutilizada por quem o tem. Servem para guardar uma frase que fica a martelar na cabeça, juntar argumentos para um trabalho académico, montar uma “pilha de citações” para revisitar, ou simplesmente lembrar porque é que aquela página merecia ser revista. Este guia explica tudo o que precisas: como criar, onde ficam guardadas, como vê-las todas num só sítio, como exportar para fora do ecossistema Amazon e como integrar com o Notion, Obsidian ou Readwise.

Em resumo

  • No Kindle, marcação é destacar texto, nota é escrever algo associado a uma marcação ou ponto do livro, marcador é guardar uma página para voltar.
  • Tudo o que destacas em livros comprados na Kindle Store sincroniza automaticamente com a tua conta Amazon e fica visível em read.amazon.com/notebook.
  • Em paralelo, o Kindle guarda um ficheiro de texto, documents/My Clippings.txt, que copias por USB e abres em qualquer editor.
  • Para exportar de forma cómoda para Notion, Obsidian, Roam ou Logseq, o caminho mais limpo é o Readwise (pago, mas com período de avaliação).
  • Existe um limite de cópia por livro (o clipping limit) imposto pelo editor; é a razão pela qual, às vezes, a Amazon recusa exportar uma marcação.
  • Em livros do Kindle Unlimited ou Prime Reading, perdes a marcação no dispositivo se devolveres o livro, mas a versão sincronizada na cloud mantém-se associada à tua conta.

Marcações, notas e marcadores: três coisas diferentes

Antes de avançar, vale a pena distinguir os três tipos de anotação que o Kindle suporta. As pessoas misturam-nos em conversa, mas o software trata-os de forma diferente.

TipoO que éOnde apareceÚtil para
Marcação (highlight)Texto sublinhado a amarelo (ou azul/rosa/laranja, na app)No livro e em notebookGuardar uma frase ou um excerto
NotaTexto escrito por ti, ancorado a uma marcação ou pontoNo livro (ícone azul) e em notebookComentar, refletir, fazer índice próprio
Marcador (bookmark)“Cantinho dobrado” virtual numa páginaSó no livro, não em notebookVoltar rapidamente a uma página

Marcações e notas exportam-se. Marcadores não. Se queres lembrar-te de uma página, marca a primeira frase em vez de usar marcador, ficas com registo permanente.

Como criar marcações e notas

No Kindle (qualquer modelo com ecrã táctil)

  1. Pousa o dedo no início da frase a destacar.
  2. Arrasta até ao fim da seleção. O texto fica realçado.
  3. Aparece um menu com quatro botões: Marcador (cores, na app), Nota, Partilhar e Mais.
  4. Tocar em Marcação (ou simplesmente largar o dedo, em alguns modelos) sublinha sem nota.
  5. Tocar em Nota abre o teclado para escreveres um comentário associado à seleção.

No Kindle básico, a marcação é monocromática (sublinhado a cinzento). Na app Kindle (telemóvel, tablet, PC) podes escolher entre amarelo, azul, rosa e laranja, o que ajuda a categorizar (por exemplo: amarelo para citações, azul para argumentos, rosa para perguntas).

No Kindle Scribe

O Scribe permite, além das marcações de texto normais, escrever à mão diretamente sobre as páginas (chamado Active Canvas) e anotar PDFs com o stylus. Estas anotações manuscritas funcionam de forma um pouco diferente: ficam guardadas no livro mas, à data de Abril de 2026, não aparecem em read.amazon.com/notebook nem se exportam como texto sem passar por OCR (a conversão de escrita para texto que o Scribe faz internamente quando lhe pedes).

Kindle Scribe, único Kindle com escrita à mão sobre as páginas

Na app Kindle e no Kindle Cloud Reader

A app Kindle para iOS, Android, Windows e Mac tem o mesmo gesto: tocar e arrastar. O Kindle Cloud Reader (read.amazon.com) lê livros no browser sem precisar de descarregar nada, e suporta marcações com o rato.

Onde ficam guardadas as tuas marcações

O Kindle guarda as anotações em dois sítios em simultâneo, e perceber a diferença evita muitas dores de cabeça:

1. Na cloud Amazon (Whispersync para Marcações). Se o livro foi comprado, emprestado (KU/Prime Reading) ou enviado via Send to Kindle para um ficheiro associado à tua conta, as marcações sincronizam automaticamente entre todos os dispositivos da mesma conta. Se sublinhas no Paperwhite hoje, a marcação aparece no Scribe amanhã e na app do telemóvel daqui a 5 segundos.

2. Localmente, no ficheiro My Clippings.txt. Independentemente do que sincroniza ou não para a cloud, o Kindle escreve tudo num ficheiro de texto simples na pasta documents. Este ficheiro é o teu seguro: nunca depende da Amazon, nunca expira, e podes lê-lo num bloco de notas.

A diferença importa em três casos:

  • Livros sem DRM (EPUBs próprios, PDFs convertidos com Calibre, ebooks do Projecto Gutenberg): as marcações só ficam no My Clippings.txt. Não vão para a cloud nem aparecem em notebook.
  • Livros do Kindle Unlimited que devolves: a marcação desaparece do dispositivo, mas a Amazon mantém o registo na cloud associado ao teu histórico, e reaparece se voltares a empréstimo.
  • PDFs enviados por Send to Kindle (não convertidos): as marcações em PDF têm comportamento errático e nem sempre sincronizam.

A vista web: read.amazon.com/notebook

Esta é a ferramenta mais útil que muitos donos de Kindle nunca abriram. Vai a read.amazon.com/notebook, inicia sessão com a tua conta Amazon, e tens uma vista de todas as tuas marcações e notas, agrupadas por livro, em qualquer browser.

O que podes fazer aqui:

  • Pesquisar entre todas as marcações de todos os livros (caixa em cima).
  • Copiar uma marcação individual com um clique no ícone de cópia.
  • Editar o texto de uma nota.
  • Apagar uma marcação ou nota (cuidado, é permanente).
  • Filtrar por livro, e ordenar por data ou ordem de leitura.
  • Ver “Marcações populares” (frases que muitos leitores também sublinharam, com indicação de quantos foram).

Para um leitor regular, esta página vale uma sessão de 30 minutos por mês a passar marcações para um caderno digital ou para uma base de conhecimento.

Nota: se uma marcação aparecer no Kindle mas não em notebook, o livro provavelmente é um EPUB sideloaded sem registo na conta. Procura a marcação no My Clippings.txt.

O ficheiro My Clippings.txt: o teu plano B

Liga o Kindle ao computador por cabo USB-C. Ele aparece como uma pen. Abre a pasta documents e procura My Clippings.txt. Abre num editor de texto (Bloco de Notas, TextEdit, VS Code, qualquer um).

O formato é assim:

Os Maias (Eça de Queirós)
- Your Highlight on Location 1234-1236 | Added on Sunday, April 19, 2026 11:42:18

E foi assim, naquela manhã morna de Setembro, que Carlos chegou ao Ramalhete.
==========
Os Maias (Eça de Queirós)
- Your Note on Location 1240 | Added on Sunday, April 19, 2026 11:43:01

Início da decadência da família.
==========

Cada entrada está separada por uma linha de dez sinais de igual (==========). Cada bloco tem três linhas: título e autor, metadados (tipo + localização + data), e o conteúdo. Encoding UTF-8 com BOM. Compatível com qualquer editor moderno.

O que cabe aqui:

  • Marcações de todos os livros, incluindo sideloaded sem DRM.
  • Notas escritas no teclado.
  • Marcadores (bookmarks) e referências a “Last Page Read”.

O que não cabe:

  • Notas manuscritas do Scribe (essas vivem só no dispositivo e em notebook, em formato imagem).
  • Marcações em PDFs (formato à parte).

O limite de cópia (clipping limit)

A razão mais comum para uma exportação cortar a meio é o clipping limit que cada editor define para o livro: tipicamente entre 10% e 20% do conteúdo, mas pode ser mais ou menos. Ao atingires o limite, o notebook mostra “Limit Reached” no botão de cópia daquela marcação, e a frase aparece com o conteúdo escondido.

Notas próprias não contam para o limite. Marcações de livros em domínio público (Projecto Gutenberg, Standard Ebooks) também não, porque os ficheiros não trazem essa restrição.

A única forma legítima de contornar o limite é fazer o pedido de citação ao editor, ou recorrer ao My Clippings.txt, que regista o texto local sem a verificação da cloud (tradicionalmente é mais permissivo, mas isto pode mudar e tem implicações de direitos de autor para uso público).

Marcações populares e privadas

A predefinição da Amazon é partilhar as tuas marcações de forma anónima, alimentando a base de “Marcações populares” que vês em livros publicados pelos grandes editores. Se preferires manter as tuas marcações privadas:

  1. Vai a amazon.es/mycd (ou .com/mycd, conforme a tua loja padrão).
  2. Preferências → Anotações populares.
  3. Desliga “Mostrar Marcações populares”.

Esta opção controla o que vês no Kindle. Para impedir a Amazon de agregar as tuas marcações, há outra preferência em “Privacidade dos dados de leitura” que vale a pena rever, sobretudo se anotas livros profissionais ou pessoais.

Exportar marcações: cinco caminhos

1. Manualmente, do Notebook

Para uma ou duas marcações pontuais, clica no ícone de cópia em read.amazon.com/notebook, cola onde precisas. Funciona até atingires o clipping limit.

2. Manualmente, do My Clippings.txt

Para um livro específico ou uma exportação completa, abre o ficheiro num editor com Find & Replace e isola o livro que te interessa. Em VS Code ou Sublime Text, uma expressão regular como (?s)Os Maias.*?========== apanha todos os blocos relevantes. Boa solução para uso ocasional.

3. Calibre + plugin Annotations

O Calibre (o gestor de ebooks gratuito que cobrimos no guia dedicado) tem um plugin comunitário, Annotations, que importa o My Clippings.txt e gera um ebook ou um documento com tudo organizado por livro. Funciona, mas o desenvolvimento foi pouco ativo nos últimos anos. Bom para arquivar, menos bom para sincronização contínua.

4. Apps de terceiros que lêem My Clippings.txt

  • Klib (macOS, pago, com versão de avaliação): lê o ficheiro e organiza tudo por livro com pesquisa rápida e exportação para Markdown, CSV, Evernote.
  • Kindle Mate (Windows, pago, ~30 €): equivalente para Windows.
  • KindleClippings.com (web, gratuito): carregas o ficheiro e descarregas tudo formatado em Markdown ou CSV. Útil para uma exportação pontual sem instalar nada.

5. Readwise (sincronização contínua)

Readwise é um serviço pago (à data de Abril de 2026, ~7-8 €/mês com período de avaliação gratuito) que se liga à tua conta Amazon e:

  • Sincroniza automaticamente todas as tuas marcações novas, várias vezes por dia.
  • Envia-as diariamente por email, em pequenas doses, para revisão espaçada (técnica de spaced repetition aplicada a leituras).
  • Exporta para Notion, Obsidian, Roam, Logseq, Evernote, Google Docs e mais 20+ destinos, com sincronização bidirecional em alguns casos.
  • Importa também marcações de iBooks, Pocket, Instapaper, Hypothesis, Twitter (X), podcasts via Airr/Snipd, e PDFs.

É a solução que recomendamos a quem lê regularmente e quer um sistema de gestão de conhecimento. O custo justifica-se a partir de uns 10-12 livros por ano.

Nota histórica: existiu durante anos um bookmarklet gratuito chamado Bookcision que extraía marcações da página do Notebook em JSON, Markdown ou CSV. A Amazon mudou a estrutura da página em 2023-2024 e o script deixou de funcionar de forma fiável. Continua útil para alguns livros antigos, mas não conta com ele como solução geral.

Sincronizar com Notion, Obsidian, Roam ou Logseq

A pergunta mais comum no email do site: “como passo as minhas marcações Kindle para o Notion (ou Obsidian)?”. Em 2026, há essencialmente três caminhos:

  1. Readwise (recomendado). Configuras a integração com Notion ou o plugin oficial para Obsidian, e cada marcação nova aparece na tua base como uma nova página/bloco, com título do livro, autor, localização, e a tua nota. Suporta templates personalizáveis.
  2. Exportação manual em Markdown via Klib, Kindle Mate ou KindleClippings.com, e arrastar para a pasta do Obsidian. Bom para arquivos antigos; mau para uso contínuo.
  3. Webhook do Readwise + Zapier/Make para casos avançados (criar uma página Notion por livro, com propriedades específicas).

Para o Notion, há também integrações pagas standalone como Notero ou Tally, mas exigem configuração e o resultado é geralmente inferior ao Readwise.

Casos especiais a conhecer

Kindle Unlimited e Prime Reading

Quando devolves um livro emprestado, as marcações desaparecem do dispositivo, mas a Amazon mantém um registo na tua conta. Se voltares a pedir o livro emprestado mais tarde, todas as marcações reaparecem no sítio certo. Não perdes nada se exportares antes de devolver: recomendamos copiar para o Readwise ou para o Notion antes do “return”.

Livros emprestados de bibliotecas (OverDrive/Libby)

Em Portugal, o Libby ainda não tem catálogo significativo. Para livros que tenhas conseguido por essa via (ou por outra biblioteca digital): as marcações ficam só no My Clippings.txt porque o livro não está associado à tua conta Amazon como compra.

Livros sideloaded (EPUB/PDF próprios)

Mesma lógica do anterior: marcações só no ficheiro local. Para incluir no Readwise sem comprar, há a opção de upload manual de Markdown, que aceita texto preparado por ti.

Notas manuscritas do Scribe

Como referido antes, as notas escritas à mão no Scribe não exportam como texto a não ser que peças ao próprio Scribe para fazer OCR (botão Convert handwriting to text). Depois disso, podes copiar o texto para o notebook ou enviar por email.

Boas práticas para anotar e rever

Algumas sugestões que recolhemos de leitores intensivos:

  • Marca menos do que pensas que devias. Sublinhar tudo é o mesmo que não sublinhar nada. A regra prática: 5 a 10 marcações por capítulo, máximo.
  • Combina marcação com nota curta. Uma frase isolada daqui a 6 meses pode não dizer nada; uma marcação com a nota “porque é que esta linha contradiz o cap. 3” é ouro.
  • Define um sistema de cores na app. Por exemplo: amarelo para citações, azul para argumentos a estudar, rosa para perguntas, laranja para acção pessoal.
  • Revê semanalmente. Sexta-feira à noite, 15 minutos no notebook ou no email do Readwise. É o que separa “guardei marcações” de “lembro-me do que li”.
  • Exporta para um sistema permanente. Notion, Obsidian, ou simplesmente uma pasta com ficheiros Markdown. As marcações no Kindle são úteis para guardar; um cérebro digital fora da Amazon é o que as torna úteis daqui a 5 anos.

Perguntas frequentes

As marcações sincronizam entre o Kindle e a app do telemóvel? Sim, em livros associados à mesma conta Amazon. Se não sincronizar, vai a Definições → Sincronizar dispositivo no Kindle, ou desliga e liga o Wi-Fi.

Posso ter marcações de cores diferentes no Kindle? Não. No dispositivo Kindle (e-ink), todas as marcações aparecem como sublinhado neutro. Na app Kindle (iOS/Android/PC) podes escolher entre quatro cores. As cores não exportam todas para o My Clippings.txt, são uma comodidade de visualização.

Quantas marcações posso fazer num livro? Não há limite no número de marcações que fazes. O limite é na exportação/cópia, definido pelo editor. Tipicamente 10-20% do conteúdo do livro.

O que acontece às marcações se mudar de conta Amazon? Não migram. As marcações estão associadas à conta, não ao dispositivo. Se mudares de .es para .com ou criares conta nova, perdes a sincronização (mas o My Clippings.txt no dispositivo sobrevive).

Posso partilhar as minhas marcações com um amigo? Sim, frase a frase, através do botão Partilhar (envia por email ou redes sociais). Não há forma nativa de partilhar a coleção completa de um livro com outra pessoa de forma estruturada.

Como apago todas as marcações de um livro de uma vez? Em read.amazon.com/notebook: abre o livro, e tens a opção Delete all. Cuidado, é permanente. Em alternativa, podes apagar e voltar a descarregar o livro no dispositivo, o que limpa as marcações locais sem afetar a cloud.

As marcações em livros do Kindle Unlimited contam para o limite mensal? Não. O limite do KU é apenas no número de livros emprestados em simultâneo (10 títulos ao mesmo tempo, sem limite de quantos lês por mês). Marcações são gratuitas em qualquer caso.

O Goodreads importa as minhas marcações automaticamente? Não. O Goodreads (também propriedade da Amazon) sincroniza apenas o progresso de leitura com o Kindle, e isso requer ativação no perfil. Para passar marcações para o Goodreads, copia manualmente do notebook ou usa o Readwise (que tem integração).

Posso anotar PDFs no Kindle? Em qualquer Kindle podes adicionar marcadores. Para escrever sobre o PDF e fazer marcações reais, precisas do Kindle Scribe, que é o único modelo com stylus.

Em resumo

  • Marcações e notas são a tua memória de leitor: usa-as.
  • O sítio para vê-las todas num só lado é read.amazon.com/notebook; o teu plano B é o ficheiro documents/My Clippings.txt, acessível por cabo USB.
  • Cuidado com o clipping limit: nem todas as marcações exportam, e o limite vem do editor.
  • Para uso ocasional, copia manualmente do Notebook ou usa o KindleClippings.com gratuito.
  • Para uso regular e integração com Notion/Obsidian/Roam, o Readwise é a solução paga que vale o investimento a partir de 10-12 livros por ano.
  • Em livros sem DRM (Projecto Gutenberg, EPUBs próprios), tudo vive no My Clippings.txt. Faz cópia de segurança ocasional.

Para tirar partido total disto, ajuda ter um Kindle confortável de andar contigo, sublinhar não custar uma volta ao quarto. O Paperwhite continua a ser o equilíbrio ideal para quem lê todos os dias e quer marcar; o Scribe é a opção para quem combina leitura e tomar notas longas à mão.

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Última atualização: 27 de abril de 2026. Informação verificada com base na documentação pública da Amazon, no Readwise e em ferramentas comunitárias. Os preços e limites de serviços de terceiros podem mudar; confirma sempre na fonte oficial.

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